Mostrar mensagens com a etiqueta Saber mais.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saber mais.... Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de março de 2011

O dióxido de carbono e o efeito de estufa II

Recentemente recebi de uma colega/amiga uma opinião sobre o vídeo do dr. Igor Kmelinskii, onde se refuta o fim dos combustíveis fósseis e a nossa mea culpa em relação ao efeito de estufa.

Quero alertar-vos para o facto de que apresentei esses dois vídeos (link) com o objetivo único de mostrar que a "comunidade científica" não é de todo um bloco de pessoas (cientistas) concordantes entre si. Há sempre discordância e lugar para a refutação de teorias.

Ficou também a informação, por parte da minha amiga, do documentário "Home" sobre o efeito do Homem no mundo, que não é só nosso, mostra-nos a diversidade da vida no planeta e como a humanidade está a ameaçar o equilíbrio ecológico do "nosso" planeta.





Ficam aqui dois links úteis para ficarem a saber mais sobre "Home - A film by Yann Arthus-Bertrand"

segunda-feira, 14 de março de 2011

O dióxido de carbono e o efeito de estufa

É de conhecimento geral que a comunidade científica, na sua maioria, acredita que o dióxido de carbono, CO2, é o principal responsável pelo designado "efeito de estufa".
Este assunto teve principal destaque quando o filme "Uma verdade inconveniente - An Inconvenient Truth", (um documentário que recomendo vivamente) onde Al Gore (antigo candidato presidencial dos EUA) apresentou ao mundo os dados científicos que comprovavam o efeito do CO2 no aquecimento global e que nós, humanos, somos os principais responsáveis pelo aumento de CO2 na atmosfera.
No entanto, nem toda a comunidade científica tem a mesma opinião. Na altura muitos cientistas vieram apresentar as suas investigações que indicavam que as atividades de origem antropogénica têm pouca, ou nenhuma, influência na aumento de CO2 na atmosfera, afirmando que estas variações são naturais e cíclicas.

A ciência é evolutiva (o que é verdade e comprovado hoje pode ser refutado amanhã) e é essa evolução que promove a constante pesquisa e investigação do funcionamento do nosso mundo.

Deixo-vos aqui uma entrevista que passou no programa "Bairro Alto", na RTP2, com o prof. dr. Igor Khmelinskii, um dos cientistas que refutam a nossa influência do homem no aumento da concentração de CO2 na atmosfera e das suas consequências para o efeito de estufa.

Parte 1 de 2


Parte 2 de 2

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O azul do céu, os tons avermelhados do pôr-do-sol e o efeito de Tyndall

Um céu azul.
Se o conjunto das radiações visíveis que nos chegam do Sol dá origem à luz branca, não seria de esperar que o céu nos aparecesse como branco? O efeito de Tyndall é o responsável por essa anomalia aparente.
A atmosfera contém diversas partículas espalhadas no ar sob a forma de colóides, que dispersam a luz proveniente do Sol, de modo análogo ao observado nas figuras. Ora, essa dispersão é tanto mais intensa quanto maior for a energia da radiação, a luz que os colóides atmosféricos dispersam para os nossos olhos é predominantemente constituída pelas radiações mais energéticas do espetro visível, ou seja, as radiações situadas nas zonas do azul e do violeta. Por isso, a cor que observamos é  azul.
Cores ao pôr-do-sol.
A explicação para a cor do céu ao pôr-do-sol é semelhante, embora o fenómeno ocorra de uma maneira um pouco diferente. De facto, o que muitas vezes acontece ao pôr-do-sol é a formação de uma ligeira nebulosidade junto ao horizonte, que causa uma grande dispersão das radiações provenientes do Sol (dispersão que é maior para as radiações mais energéticas). Assim, a radiação que atravessa essas nuvens e chega até nós é mais rica nas restantes radiações, alaranjadas e avermelhadas, sendo estas as cores que nós observamos.

sábado, 8 de janeiro de 2011

O Acordo Ortográfico

Numa altura em que o acordo ortográfico está quase no final do período de adaptação e entra  a 100 % nas nossas vidas, andei a pesquisar para esclarecer algumas das minhas dúvidas e começar a interiorizar as mudanças.
Na escola a mudança sentir-se-á logo em setembro, no início do ano letivo 2011-2012, e ao público,em geral, em janeiro de 2012.
Para todos os que quiserem começar a sentir-se ambientados com o acordo fica aqui uma ligação interessante e muito útil. Um dicionário também é um bom apoio para os primeiros tempos.

Boas leituras

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A atmosfera - documentário

Fica aqui um excelente documentário, emitido pela BBC, sobre o planeta Terra.
"Documentário BBC - Terra: O Poder do Planeta"
Embora haja quatro temas apenas apresento aqui a abordagem à atmosfera. Pareceu-me bastante interessante e espero que também o seja para vocês.

Parte 1 de 6


Parte 2 de 6


Parte 3 de 6


Parte 4 de 6


Parte 5 de 6


Parte 6 de 6


Se quiserem encontrar os restantes episódios consultem o youtube

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Potência de base 10 - do microcosmos ao macrocosmos

Englobado no tema das escalas deixo-vos um filme e um link sobre as escalas do Universo.

Filme "From Quarks to Outer Space"

Link "The Scale of the Universe"

Ambas as referências são em inglês mas de fácil compreensão.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O símbolo do litro (volume) é l ou L?

Há algum tempo atrás perguntei-me porque uns professores escreviam l outros L. Este ano uma aluna minha fez-me a mesma pergunta. Afinal é l ou L? Aqui fica a resposta que encontrei na altura no livro "Sistema Internacional de Unidades (SI) - Grandezas e Unidades Físicas - terminologia, símbolos e recomendações", de Guilherme de Almeida,das edições técnicas da Plátano.

Quero em primeiro lugar lembrar que a unidade SI de volume é o metro cúbico (m³), embora, em química, seja muito comum utilizar o litro ou os seus submúltiplos (decilitro, mililitro), que não pertencem ao SI.
Mas... como escrever os símbolos litro (l ou L), decilitro (dl ou dL) e mililitro (ml ou mL)?

Pois bem deixo-vos aqui a resposta encontrada no livro acima referido:
"O símbolo l, para o litro, foi adoptado pelo CIPM (Comité International des Poids et Mesures). Em 1979 a 16.ª CGPM (Conférence Générale des Poids e Mesures) (resolução 6), reconhecendo que a semelhança entre a letra l (impressa) e o algarismo 1 podia originar confusão, decidiu adoptar (excepcionalmente), como outro símbolo, a letra L. Esta adopção é provisória, pretendendo-se no futuro optar por um dos símbolos (l ou L)."

Resultado!
Poderão vir a encontrar os dois símbolos, nenhum deles errado. No entanto lembrar é que nenhum dos mesmo é o símbolo da unidade SI de volume (esse é o m³).

Espero ter esclarecido.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O significado dos termos usados nos testes de avaliação

Porque nem sempre se percebe o que se pretende de determinada questão, aqui fica um auxiliar para compreender aquela linguagem.

domingo, 26 de setembro de 2010

Curiosidade sobre a massa-padrão da Massa Atómica Relativa dos Elementos

A noção de massa atómica foi referida pela primeira vez por Dalton, em sequência da teoria atómica que desenvolveu. Como Dalton não tinha forma de calcular a massa de um átomo tinha de relacionar a massa de átomos de diferentes elementos entre si. Para tal era necessário escolher os átomos de um elemento específico como referência. Dalton escolheu como elemento referência o hidrogénio.
Dalton efectuou cálculos de massa atómica para vários elementos, tendo com ponto de referência a massa do hidrogénio, que ele estabeleceu ser a unidade (1). No entanto estes cálculos eram empíricos, baseados exclusivamente na fórmula química das substâncias, mas não em experiências concretas. Este facto levou-o a conclusões erradas. Por exemplo, Dalton considerava que uma molécula de água era constituída por um átomo de hidrogénio e um átomo de oxigénio (HO). Considerando a massa atómica do hidrogénio (H) igual a 1, a massa do oxigénio (O) seria 8. No entanto a massa atómica relativa do oxigénio é 16 (porque uma molécula de água possui 2 átomos de hidrogénio e 1 de oxigénio).
No inicio do século XIX o químico sueco Berzellius efectuou várias experiências para determinar a massa atómica dos elementos conhecidos na época. Berzellius utilizou como elemento de comparação a massa atómica do Oxigénio, que igualou a 100 e em 1828 publicou uma tabela que apresentava a massa atómica de vários elementos químicos. Em 1865 o químico belga J. S. Stas apresentou uma tabela de massas atómicas mais actualizada, utilizando como comparação o elemento oxigénio, que igualou a 16 unidades.
Mais tarde passaram a existir dois elementos de referência para a determinação da massa atómica dos elementos, o oxigénio (igualado a 16 unidades) e o carbono (igualado a 12 unidades). Este facto causou considerável confusão. Em 1961 foi universalmente aceite o carbono (igualado a 12 unidades).