quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Ozono na Estratosfera

 O ozono na estratosfera





Nesta ligação poderão aceder a uma apresentação com animações das reações de formação e decomposição do ozono, bem como a reação desencadeada pelos CFC.
Apresentação simples e resumida que vale a pena espreitar!

Ficam aqui dois vídeos interessantes sobre a «camada de ozono», a absorção da radiação UV e a destruição da «camada de ozono» pelos CFC. Embora sejam apresentados em inglês, têm uma linguagem simples e compreensível apresentando de um modo animado as reações de formação e decomposição do ozono.

Neste primeiro vídeo consegue perceber-se porque aumenta a temperatura na estratosfera.
Na formação da molécula de ozono, quando um átomo de oxigénio combina-se com uma molécula de dioxigénio forma-se o ozono (trioxigénio) que apresenta um excesso de energia. Para se estabilizar o ozono tem de transferir essa energia para outra molécula (a mais provável será o diazoto, que existe nesta camada da atmosfera e em grande quantidade - é o gás existente em maior quantidade na atmosfera) sob a forma de energia cinética, que vai aumentar os choques entre as partículas e consequentemente a temperatura (tal como quando esfregamos as mãos uma na outra, a nível molecular ocorrem choques entre partículas, que fazem aumentar a temperatura da mão).




terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Resultados da prova de escola para as Olimpíadas da Química

Já são conhecidas as equipas apuradas na prova de escola para participarem na fase semi-regional das Olimpíadas da Química, bem como as duas equipas suplentes.

Ficámos agradados com o grande interesse, motivação e adesão dos muitos alunos participantes, especialmente no ano em que se comemora o Ano Internacional da Química.
Esperamos por vós no próximo ano.
PARABÉNS A TODOS!!!

EQUIPAS APURADAS PARA A FASE SEMI-REGIONAL DAS OLIMPÍADAS DA QUÍMICA
1º LUGAR
Dmitry Shelepenko, 11ºE
Guilherme Pires, 11ºE
Pedro Ling, 11ºI
2º LUGAR
Inês Figueiredo, 11ºI
Diogo Andraz, 11ºI
Ana Mimoso, 11ºI
3º LUGAR
António Ladeira, 10ºE
Francisco Rita, 10ºE
Marcelo Calixto, 10ºE

EQUIPAS SUPLENTES
1ª SUPLENTE
Carolina Santos, 10ºE
Beatriz Santos, 10ºE
Sofia Marcelino, 10ºE
2ª SUPLENTE
Alexandre Poeira, 10ºG
Gonçalo Pacheco, 10ºG
Pedro Dias, 10ºG


Nota: As restantes equipas ficaram ex-aequo em 6º lugar.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ficha de trabalho 10 - Interação radiação-matéria

Ficha de Trabalho 10 - Interação radiação-matéria




 Ficha de Trabalho 10 - Correção




Para consulta do Espectro Eletromagnético (questão 9) fica aqui a imagem.







Basta carregar em cima da imagem para ver de um modo ampliado.

domingo, 23 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O azul do céu, os tons avermelhados do pôr-do-sol e o efeito de Tyndall

Um céu azul.
Se o conjunto das radiações visíveis que nos chegam do Sol dá origem à luz branca, não seria de esperar que o céu nos aparecesse como branco? O efeito de Tyndall é o responsável por essa anomalia aparente.
A atmosfera contém diversas partículas espalhadas no ar sob a forma de colóides, que dispersam a luz proveniente do Sol, de modo análogo ao observado nas figuras. Ora, essa dispersão é tanto mais intensa quanto maior for a energia da radiação, a luz que os colóides atmosféricos dispersam para os nossos olhos é predominantemente constituída pelas radiações mais energéticas do espetro visível, ou seja, as radiações situadas nas zonas do azul e do violeta. Por isso, a cor que observamos é  azul.
Cores ao pôr-do-sol.
A explicação para a cor do céu ao pôr-do-sol é semelhante, embora o fenómeno ocorra de uma maneira um pouco diferente. De facto, o que muitas vezes acontece ao pôr-do-sol é a formação de uma ligeira nebulosidade junto ao horizonte, que causa uma grande dispersão das radiações provenientes do Sol (dispersão que é maior para as radiações mais energéticas). Assim, a radiação que atravessa essas nuvens e chega até nós é mais rica nas restantes radiações, alaranjadas e avermelhadas, sendo estas as cores que nós observamos.

Dysney Friends for Change


O projeto Friends for Change desafia-te a tomares medidas juntamente com os teus amigos e familiares para ajudarem a proteger e preservar o nosso planeta.

Ficha de Trabalho 9 - Misturas na atmosfera. Concentração de soluções

Ficha de trabalho n.º 9 - Misturas na atmosfera. Concentração de soluções.


Correção da ficha de trabalho 9

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dispersões na atmosfera: Soluções, colóides e suspensões. Composição quantitativa das soluções

Dispersões na atmosfera: soluções, colóides e suspensões.
Composição quantitativa das soluções. Diluição de soluções.


Apresento aqui dois vídeos (em espanhol)sobre o efeito Tyndall, descoberto por John Tyndall.

Neste primeiro vídeo é possível observar a diferença entre uma solução e uma mistura coloidal.
Uma solução, quando atravessada por uma luz, não se verifica qualquer fenómeno ou alteração na trajectória da luz.
Uma mistura coloidal, quando atravessada por uma luz, provoca uma dispersão da radiação, sendo possível observar a trajectória da luz ao atravessar a mistura coloidal.


Neste segundo vídeo é possível observar um "pôr-do-sol" e a sua explicação, com base no efeito de Tyndall.

No gobelé ocorre uma reacção em que são formadas pequenas partículas. Com o decorrer da reacção formam-se cada vez mais partículas fazendo com que a luz que atravessa a mistura sofra um espalhamento, diminuindo a quantidade de luz que chega ao outro lado do gobelé. Ocorre um escurecimento gradual, até ficar totalmente escuro.
Este fenómeno explica o que acontece com a luz do sol ao atravessar a nossa atmosfera. À medida que o sol se encontra mais "baixo" no horizonte a luz tem de percorrer uma distância maior na atmosfera e, por isso, encontra um maior número de partículas no seu caminho, sofrendo um maior espalhamento da luz, o que diminui a luz que chega até aos nossos olhos.

Podemos observar que a área que a luz atravessa aumenta à medida que o Sol "desce".
De recordar também que ao entardecer o número de partículas presentes no ar (a sua maioria de origem antropogénica)  é maior, resultantes de um dia inteiro de produção e, por isso, o fenómeno consegue observar-se melhor no final do dia do que no início da manhã, quando o Sol também se encontra a baixa altitude.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Concurso Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?

ASTROBIOLOGIA
Outros mundos, outras vidas?


A Astrobiologia reúne investigadores de diferentes ramos científicos no estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no Universo. Questões fundamentais como “O que é a vida?”, “Como viemos aqui parar?”, ou “Estamos sozinhos no Universo?” têm sido colocadas ao longo de diferentes gerações, mas só muito recentemente conseguimos reunir a tecnologia e o conhecimento necessários para procurar a sua resposta de um ponto de vista científico.

Num período de novas e importantes descobertas neste campo, a Ciência Viva lança o concurso “Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?”, convidando os alunos do ensino secundário a debruçar-se sobre esta temática. Os vencedores (2 alunos e 1 professor) terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011, a realizar no U.S. Space & Rocket Center, nos EUA.


Público-Alvo
Alunos do ensino secundário.


Os vencedores do concurso “Astrobiologia: outros mundos, outras vidas?” terão a oportunidade de participar no International Space Camp 2011 em Huntsville, no Alabama, EUA.

Olimpíadas de Química



A Escola Secundária João de Deus irá participar, mais uma vez, nas Olimpíadas de Química, organizadas pela Sociedade Portuguesa de Química.
Este ano, será realizada uma prova a nível de escola para apurar as três melhores equipas, que participarão na fase regional, a realizar na Universidade do Algarve a 9 de Fevereiro de 2011.

Datas Importantes:
31 de Janeiro de 2011 – Limite da inscrição das equipas na 2ª fase (semifinais)
12 de Março de 2011 – Realização das Semifinais
7 de Maio de 2011 – Realização da Final
Julho de 2011 – Olimpíadas Internacionais de Química (Turquia)
Outubro de 2011– Olimpíadas Ibero-americanas de Química (Brasil)

Se estiveres interessado, contacta o teu professor de Física e Química e inscreve a tua equipa.

Cada equipa deve ser constituída por 3 alunos, não havendo restrições ao ano de escolaridade.

Para mais informações visita os sítio da Sociedade Portuguesa de Química.

Fico a aguardar noticias.